A Justiça dos EUA rejeitou um pedido de liminar da plataforma Rumble e das empresas de mídia de Donald Trump contra as decisões do ministro Alexandre de Moraes. A informação é de coluna de jamil Chade, no UOL.

Na semana passada, as duas empresas tinham entrado com um processo contra o brasileiro, alegando que ele estaria adotando medidas de censura. As empresas haviam reativado contas banidas, como a de Allan dos Santos, que disseminavam desinformação sobre o sistema eleitoral nacional. Moraes pediu que essas contas fossem suspensas, mas o CEO da empresa, Chris Pavlovski, indicou que não cumpriria as decisões do STF.
Moraes exigiu que a plataforma indicasse um representante no país. Sem respostas, o ministro deu 48 horas para que a plataforma cumprisse a lei nacional. O prazo não foi cumprido e seus serviço acabaram suspensos.
Numa tentativa de contra-atacar, a Rumble e as empresas de mídia de Trump entraram com um pedido de liminar nos EUA. O objetivo era impedir que as medidas tivessem qualquer efeito em território americano.
O mérito do caso continuará a ser avaliado pela Justiça dos EUA. Mas numa decisão anunciada nesta terça-feira, uma corte de Tampa, na Flórida, indicou que não teria como aceitar o pedido de liminar, indicando a falta de documentação e falhas no processo. Além disso, a corte indica que as decisões não afetam as empresas nos EUA.